Mulher Maravilha – 2018 – CRÍTICA DE CINEMA BY ARIEL Nº 118 (Wonder Woman)

Filmes por Ariel

Enredo – Nos tempos atuais, após os eventos de Batman v Superman: Dawn of Justice, Diana Prince, que trabalha no Departamento de Antiguidades do Museu do Louvre,[4] recebe uma fotografia da Primeira Guerra Mundial de seu correio enviada pela Wayne Enterprises e lembra de seu passado.Diana nasceu e cresceu na ilha escondida de Themyscira, lar da raça Amazona de mulheres guerreiras criadas pelos deuses do Monte Olimpo para proteger a humanidade contra a corrupção de Ares, o Deus da Guerra. No passado distante, Ares matou todos os olímpicos, mas seu pai mortalmente ferido, Zeus, o derrotou. Antes de sucumbir aos seus ferimentos, Zeus deixou às amazonas uma arma capaz de matar seu filho renegado: a “Godkiller”, que Diana acredita ser uma espada cerimonial. Rainha Hipólita, a rainha das Amazonas, mãe de Diana, acredita que Ares nunca mais retornará e, portanto, proíbe Diana de treinar como guerreira, mas Diana e sua tia, General Antíope, desafiam a rainha e começam a treinar em segredo. Quando as duas são descobertas pela Hipólita, a Antiope convence sua irmã de permitir que o treinamento de Diana continue.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.